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domingo, 29 de maio de 2011

Illuminati, A Nova Ordem Mundial









A Ordo Illuminatorum, Ordo Illuminatus ou Ordem Illuminati é 
uma instituição iniciática, filosófica, filantrópica e religiosa.
 Nos seus fundamentos estão segredos específicos, 
formando uma sociedade baseada no sigilo e na obediência.
 A Illuminati é uma associação animada por dois princípios: 
igualdade e justiça. Toda sua manifestação é baseada nestas
 duas premissas que são geradoras de luz para a humanidade.
A Ordem, composta de 13 graus, baseados nos ritos de

 natureza maçónica, templária e nos antigos mistérios,
 propõe-se a levar o mundo a uma Nova Ordem Mundial e
 para isso conta com as forças motrizes da sociedade 
como um todo, independente de ideologias e religiões.
 A sua filosofia é baseada nos mais puros princípios
 morais, sem esquecer os ensinamentos dos grandes 
mestres de todos os tempos. Todo iluminado é formado 
de modo a oferecer o máximo de si, para todos. 
Sua única vinculação é com a verdade inscrita no templo chamado Natureza.




Ao longo dos séculos, o termo illuminati (“iluminados”, em latim)
 foi usado para denominar diversas organizações, reais e fictícias. 
Hoje, ele se refere principalmente aos Illuminati da Baviera,
 uma sociedade secreta criada na Alemanha pelo filósofo
 Adam Weinshaupt, no ano de 1776. Weinshaupt foi 
educado por padres jesuítas, mas tinha uma queda por
 rituais pagãos e pelo maniqueísmo – uma religião fundada 
pelo profeta persa Mani, no atual Irã, cujo dogma é dualístico:
 diz que a luz e a escuridão (Deus e o Diabo) estão em
 constante disputa para reclamar a alma das pessoas.
“Weinshaupt decidiu formar um corpo de conspiradores 

para libertar o mundo do que chamava de dominação jesuíta 
da Igreja em Roma, trazendo de volta a pura fé dos 
mártires cristãos. Foi assim que ele fundou a Sociedade 
dos Mais Perfeitos, nome que mudou para illuminati. 
Os 5 membros originais foram escolhidos entre os
 alunos da Universidade de Ingolstadt, onde ele ensinava 
direito canônico.” [...]





[...] Os pupilos tinham de jurar obediência à 
organização, que se dividia em 3
 categorias. A mais baixa, Berçário, 
incluía os níveis Preparação, Noviço, 
Minerval e Illuminatus Menor. Depois vinha a 
Maçonaria, com os graus Illuminatus Major e 
Illuminatus Dirigens. Já a mais alta, Mistérios,
 englobava os graus Presbítero, Regente,
 Magus e Rex – o supremo.
Nas reuniões do grupo, Weinshaupt 

atendia pelo nome de Spartacus e transmitia
 aos alunos ensinamentos proibidos pelo clero. Embora alguns pesquisadores digam que ele conseguiu ingressar
 na maçonaria, ninguém parece ter provas de 
que os maçons apoiaram suas idéias radicais. 
Certo é que o grupo de 5 iniciados se expandiu
 pela Alemanha, despertou a desconfiança do 
governo e virou alvo de intensa repressão. 
Tanto que Weinshaupt precisou fugir do país
 em 1784. Para muitos, foi o fim dos Illuminati. 
Outros acreditam que o grupo continuou a 
operar na clandestinidade, defendendo ideologias 
como o anarquismo e o comunismo. 
Assim, estariam por trás da Revolução Francesa,
 da Revolução Russa e do nascimento dos EUA.




A visão política dos Iluminados era algo próximo de 
um Estado onde reinaria o bem comum, sendo
 abolidos a propriedade, autoridade social e as fronteiras. 
Uma espécie de anarquismo superior, saudável e utópico, 
onde o ser humano viveria em harmonia, numa Fraternidade Universal,
 baseada na sabedoria espiritual, em franca Igualdade, 
Liberdade e Fraternidade.
Após muitas tentativas de se estabelecer uma nação

 segundo seus princípios, os Iluminados foram
 politicamente extintos, em decreto instituído
 pelo Eleitor da Baviera, ao final do século XVIII.





Os princípios desta
 ordem são nove e 









os pontos para a nova ordem
 mundial são treze:
Princípios:

Crença no Criador, Soberania da Ordem, 
Princípios Iluministas, Estudo e desenvolvimento 
dos mistérios de Deus e do Universo, Refundação da
 Ordem em 1° de maio de 1776, Manutenção do real segredo como forma 
de união das irmandades, Treinamento especial nas artes e ciências esotéricas, 
Manutenção do sigilo das atividades e Respeito as leis do país.



Pontos:
Moeda mundial, Linguagem universal, Monitorização, Renda mínima, 
Pleno emprego, Ensino gratuito até nível superior, Repressão total 
a contravenção e ao crime, Saúde e saneamento a nível mundial,
 Planeamento familiar, Fim da fome e da miséria, Liberdade irrestrita 
de opinião e manifestação, Fim da mendicidade, da prostituição
 e do trabalho infantil e a Criação da polícia e do exército da Nova Ordem.



fonte>tiago cmm ladygaga

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quinta-feira, 14 de abril de 2011

JUDAS , TRAIDOR OU MELHOR AMIGO ?



Um documeUm documento escrito aproximadamente no ano 300 e conhecido como "o Evangelho de Judas" afirma que este não foi o traidor que vendeu Jesus por algumas moedas, mas o discípulo encarregado da mais difícil missão: a de sacrificá-lo. O texto está em um papiro de 26 páginas encontrado no Egito em 1978 e que circulou desde então por antiquários, mas cuja idade e conteúdo eram desconhecidos.


"Aqui Judas não é o malvado, corrupto, perverso e quase demoníaco seguidor de Jesus que trai o seu mestre; é, pelo contrário, o mais íntimo e próximo amigo de Jesus, aquele que conhecia e compreendia Jesus melhor do que qualquer outro e que apenas denunciou Jesus às autoridades porque essas foram as suas instruções", sublinha Bart Ehrman, director do departamento de Estudos Religiosos da Universidade da Carolina do Norte.
nto escrito apro
"Tu excederás todos os outros. Pois tu sacrificarás o homem que me veste".

O documento descreve conversas em que Jesus revela a Judas Iscariotes as verdades do mundo - o caos, o cosmo, os anjos, a criação da humanidade -, reforçando a ideia de que aquele era o discípulo predilecto e o único capaz de compreender o seu mestre.
"Afasta-te dos outros e eu dir-te-ei todos os mistérios do reino. É possível alcançá-los, mas sofrerás muito", diz Jesus.

O Evangelho aborda ainda o desprezo dos outros discípulos: "Numa visão, vi-me no meio dos doze discípulos, que me perseguiam e apedrejavam", descreve Judas. "Serás amaldiçoado pelas outras gerações -, mas acabarás por governar sobre elas", responde Jesus. Nenhum dos textos canónicos, nomeadamente os quatro evangelhos do Novo Testamento, oferece uma explicação consistente para a traição de Judas: Mateus, Marcos, Lucas e João interpretam de maneiras diferentes o mais enigmático episódio da Paixão de Cristo, apontando a ganância ou a influência do demónio como as razões que levaram Judas a denunciar Jesus às autoridades romanas. Agora, o Evangelho de Judas avança a predilecção de Jesus, e a devoção do seu discípulo, como os motivos que estão por trás da traição.
Não é a primeira vez em que é citada a hipótese de que Judas agiu por indicação de seu mestre ao entregá-Lo com um beijo. No entanto, este é o primeiro texto antigo que defende essa visão.imadamente no ano 300 e conhecido como "o Evangelho de Judas" afirma que este não foi o traidor que vendeu Jesus por algumas moedas, mas o discípulo encarregado da mais difícil missão: a de sacrificá-lo. O texto está em um papiro de 26 páginas encontrado no Egito em 1978 e que circulou desde então por antiquários, mas cuja idade e conteúdo eram desconhecidos.
Elaine Pagels, professora da Universidade de Princeton (EUA), diz que os quatro Evangelhos aceitos pelo cânone cristão relatam os atos públicos de Jesus, mas não conversas privadas.

Outro mistério é quem escreveu o texto. Em nenhum lugar afirma-se que o autor tenha sido Judas, mas também não se sabe exatamente quem escreveu os quatro Evangelhos, apesar de eles serem conhecidos como de Mateus, Marcos, Lucas e João.




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